Este blogue será utilizado na nova Unidade Curricular - Metodologias de Investigação do Programa Doutoral Multimédia em Educação. Os elementos do grupo são: Carlota Lemos,Cláudia Cruz, Isabel Araújo, Luís Pereira e Lurdes Martins.

25
Fev 10

Ultrapassados os constrangimentos de ordem técnica, disponibilizamos o endereço da nossa wiki, intitulada Collaborative Networked Learning.


 


 


24
Fev 10

Atendendo a que este tópico está pouco desenvolvido....este livro pode ser uma grande ajuda...

 

http://www.icamp.eu/wp-content/uploads/2009/01/icamp-handbook-web.pdf

 

boas leituras


23
Fev 10

Depois de várias pesquisas sobre a relação entre o pbl e tecnhological networks encontrei este artigo com uma ideia que considero interessante e cuja abordagem valha a pena explorar.


Os autores sugerem que a dificuldade de integração da tecnologia está relacionada com o que designam "technological pedagogical content knowledge" (TPCK). Para Hyo-Jeong e Bosung os professores têm dificuldade em entender a ligação complexa entre tecnologia, pedagogia e conteúdo porque estes elementos são quase sempre ensinados isoladamente na formação de professores.


Talvez seja esta uma das possíveis explicações que levam a que, segundo Tony Bates, a tecnologia não esteja a "abanar" o sector universitário.


 


www.ascilite.org.au/ajet/ajet25/so.pdf


21
Fev 10

Como é típico em Portugal, à terceira é mesmo de vez! :) Procedemos a uma clarificação do problema e ao seu diagnóstico nas 3 dimensões sugeridas.


 

O processo de construção de conhecimento continua a ser algo nebuloso para os alunos do ensino superior. O estudo realizado no âmbito da primeira unidade curricular Desenvolvimento de Materiais Multimédia para Educação permitiu-nos constatar que é necessário potenciar o desenvolvimento de metacompetências como a metaprendizagem e a metacognição: "A primeira conclusão que nos parece preponderante salientar é o facto de os alunos não estarem totalmente conscientes do seu processo de construção de conhecimento, havendo a necessidade do desenvolvimento de meta-learning skills, considerados fulcrais no paradigma conectivista de aprendizagem. As tecnologias de informação e comunicação são encaradas como meios de difusão de informação muito relevantes, mas o seu potencial enquanto detentoras de conhecimento e a sua relevância na construção de conhecimento é ainda um território a descobrir."

Acreditamos que essa inconsciência relativamente à forma como constroem o conhecimento poderá estar relacionada com uma atitude periférica e de passividade dos alunos. Aliás, a  incipiente participação dos alunos nas actividades académicas, bem como o elevado absentismo têm sido apontados por algumas instituições de ensino superior aquando da realização de um balanço da implementação do Processo de Bolonha.

 

Ao nível do ensino, apesar das directrizes de Bolonha, o modelo pedagógico não sofreu, em muitas instituições de ensino superior, grandes alterações. Volvidos 3 anos desde a implementação das directrizes de Bolonha, segundo Sebastião Feyo de Azevedo, representante nacional do Bologna Follow-Up Group (BFUG), o processo"está concluído no plano formal, no sentido da adaptação dos cursos aos dois ciclos, mas há muito por fazer no plano prático". Refere ainda que as instituições procuraram modernizar-se no que diz respeito a conteúdos e pedagogias, mas sublinha que o Ensino Superior em Portugal "tem um longo caminho para andar para pôr em prática os novos métodos de trabalho". O processo de ensino e de aprendizagem continua centrado no conhecimento do professor, que ocupa, ainda, um lugar de magistralidade.No que diz respeito à aprendizagem, os contextos formais, mais concretamente a sala de aula, continuam a ser dominantes, dando-se pouco destaque aos contextos não formais e informais. A tecnologia continua a ser encarada como um meio de acesso e divulgação da informação, não sendo, ainda, exploradas na sua plenitude as potencialidades de partilha e colaboração.

 

Assim, procuraremos responder à seguinte questão:

Como envolver os alunos na edificação de um processo de aprendizagem colaborativo, autónomo e consciente?

Notas e linhas orientadoras para promover networked learning no ensino superior.


 


www.csalt.lancs.ac.uk/jisc/docs/guidelines_final.doc


 


20
Fev 10

Uma verdadeira pérola sobre a temática da aprendizagem colaborativa no ensino superior. Deixo uma frase que sintetiza a linha de pensamento dos autores:


 


"We believe that if the university opens up and embraces collaborative learning and collaborative knowledge production, it has a chance of surviving and even thriving in the networked, global economy.


 


http://www.educause.edu/EDUCAUSE+Review/EDUCAUSEReviewMagazineVolume45/Innovatingthe21stCenturyUniver/195370


19
Fev 10

Finalmente, já não sou um info-excluído! Já posso postar e blogar!


18
Fev 10









Uma colectânea de artigos que gostava de partilhar com todos, uma vez que aborda alguns temas de interesse como a construção do conhecimento, construção colaborativa do conhecimento, comunidades de conhecimento on-line, etc.


Podem desfrutar destes e outros temas em: http://apsce.net/icce2008/pdf/Workshop_Proceedings_full.pdf



15
Fev 10

Mais um artigo que poderá enriquecer a nossa discussão.





http://www.edu-design-principles.org/docs/publications/CSCL07Promoting_Collaborative_Learning_in_Higher_Education_final_22_06_07.pdf?PHPSESSID=644848f946cbf549b9fcc6c848289d4f


Este artigo de George Siemens procura fazer uma distinção entre estes dois conceitos. Talvez seja um bom ponto de partida para começarmos a arquitectar o nosso projecto. Deixo um excerto. Podem ler o artigo em http://www.connectivism.ca/?p=104:





Collective intelligence: “is a form of intelligence that emerges from the collaboration and competition of many individuals”. According to this definition, intelligence is not a product such as information or knowledge, but rather a capacity to come function together to achieve a particular task or intention.

I don’t have concerns with the process of collective intelligence as presented here, but I am concerned with the identity-less product which is the consummation of individual work and what is often presented as the work of the collective.

Connective intelligence: individual creation of information, ideas, and concepts which are then shared with others, connected, and re-created and extended based on the interaction.

Simply, collective means blending together. Connective means connecting while retaining the original (though others may build on it in their own spaces).


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