Este blogue será utilizado na nova Unidade Curricular - Metodologias de Investigação do Programa Doutoral Multimédia em Educação. Os elementos do grupo são: Carlota Lemos,Cláudia Cruz, Isabel Araújo, Luís Pereira e Lurdes Martins.

15
Fev 10

Mais um artigo que poderá enriquecer a nossa discussão.





http://www.edu-design-principles.org/docs/publications/CSCL07Promoting_Collaborative_Learning_in_Higher_Education_final_22_06_07.pdf?PHPSESSID=644848f946cbf549b9fcc6c848289d4f


Este artigo de George Siemens procura fazer uma distinção entre estes dois conceitos. Talvez seja um bom ponto de partida para começarmos a arquitectar o nosso projecto. Deixo um excerto. Podem ler o artigo em http://www.connectivism.ca/?p=104:





Collective intelligence: “is a form of intelligence that emerges from the collaboration and competition of many individuals”. According to this definition, intelligence is not a product such as information or knowledge, but rather a capacity to come function together to achieve a particular task or intention.

I don’t have concerns with the process of collective intelligence as presented here, but I am concerned with the identity-less product which is the consummation of individual work and what is often presented as the work of the collective.

Connective intelligence: individual creation of information, ideas, and concepts which are then shared with others, connected, and re-created and extended based on the interaction.

Simply, collective means blending together. Connective means connecting while retaining the original (though others may build on it in their own spaces).


Relativamente ao papel do professor, artigo com pormenores interessantes......





Apresentam a perspectiva de Duggleby que agrupa em onze categorias as intervenções online do professor, dando um ênfase para comportamentos socialmente correctos, como uma correcta recepção dos alunos nos ambientes virtuais, que os motive através de comentários positivos, estar disponível para ajudar os alunos sempre que necessário; que monitorize o progresso dos alunos; que use os fóruns para alertar os alunos para a pertinência das suas mensagens. Apresentam a ideia de Duggleby que acredita que os fóruns de discussão são capazes de promover a construção de comunidades de aprendizagem, constituindo o professor um apoio e orientação nas aprendizagens.



Relativamente à intervenção do professor em ambientes online sustentam-se no modelo de Salmon(2002) que é constituido por cinco etapas: 1ª acesso e motivação - tem como objectivo o acesso e participação dos alunos nos fóruns, destacando como pré-requisito para o processo de ensino-aprendizagem o acesso individual e a motivação dos participantes. Há que bem receber os alunos, bem como familiarizá-los cokm o sistema e com as actividades a desenvolver.2ª etapa - socialização online - construação da base social da comunidade; 3ª etapa - partilha da informação - o professor deve apresentar as linhas orientadoras de etiqueta online; 4ª fase - construção de conhecimento - etapa em que se realizam as discussões sobre o tema a desenvolver tendo a interacção um carácter colaborativo; 5ª etapa - desenvolvimento - os alunos estão capazes de gerir a sua experiência de aprendizagem podendo apoiar outros formandos.



Refira-se a importância atribuída ao papel do professor, "é importante que faça com que os alunos compreendam que, para os auxiliar na construção de conhecimento e no desenvolvimento do seu pensamento crítico, a sua função não é dar-lhes as respostas, mas sim fornecer-lhes pistas e orientação nesse sentido".

Enquanto aluno, os ambientes virtuais de aprendizagem com raízes construtivistas permitem valorizar a sua participação no processo ensino-aprendizagem, permitindo que este seja mais autónomo, responsabilizando-se pela sua aprendizagem.



De acordo com as autoras, “o papel do professor online é multidimensional e muda nas diferentes etapas, dependendo das necessidades dos alunos e das circunstâncias do momento (figurax)



Modelo de cinco etapas de Salmon in
http://www.atimod.com/e-moderating/5stage.shtml



Baptista (2005:p.45) citado pelas autoras considera, a este propósito, que “o ensino online exige do aluno uma atitude meditativa perante os problemas e um grande empenho e responsabilidade, pois não existe a obrigação de permanecer numa sala de aula, o que pode levar alunos com fraca motivação intrínseca ao insucesso ou à desistência. Uma das formas de ultrapassar este problema é incentivar e valorizar a participação de todos os intervenientes”.







Referem vários estudos, que apresentam resultados muito similares, e de onde se destacam os estudos de Filipe (2005) e Rodrigues(2004) como comprovativo de que os alunos, na modalidade b-learning, ganham maior auto-confiança e maior auto-estima, uma vez que têm controlo no desenvolvimento das suas actividades, aumentando a sua participação, motivação e diminuindo o absentismo às aulas presenciais.



Seguidamente apresentam um estudo de caso sobre os ambientes virtuais de aprendizagem como complemento às sessões presenciais no ensino superior, divido em várias fases, e que vem reforçar muitas das ideias atrás indicadas, como sejam:

- os alunos consideraram de fácil utilização o uso de uma plataforma de elearnig (blackboard) por permitir o fácil acesso aos recursos e serviços, aumentando a interacção entre professor e aluno;

- os recursos mais consultados foram os exercícios práticos e a documentação de apoio;

- os serviços de comunicação menos utilizados foram as ferramentas colaborativas;

- os serviços de comunicação mais utilizados foram os fóruns de discussão e o email;

- os alunos preferem as ferramentas síncronas em detrimento das assíncronas;

- os alunos consideraram que esta abordagem contribui para o aumento do interesse;

- o ambiente virtual foi considerado importante para a construção de conhecimento partilhado e para uma aprendizagem mais rica e activa.


Site relevante para o nosso trabalho, pode ajudar na estrutura!: http://orfeu.org/weblearning20/


Assunto abordado capítulo


3.2. A Aprendizagem Colaborativa



Retirado do cap 3.2:


""Learning collaboratively through group interaction was found to be achieved through the development of a group consensus of knowledge through communicating different perspectives, receiving feedback from other students and tutors, and discussing ideas until a final negotiation of understanding was reached. In this research study, the interactive communication process was facilitated through the CMC, which established a vehicle for socially constructed learning at a distance. (Stacey, 1999)"





"Também Hiltz (1998), a partir dos estudos que realizou no New Jersey Institute of Technology, afirma que o facto de os estudantes trabalharem em grupo, em vez de isoladamente, aumenta a motivação, a percepção do desenvolvimento de competências e os níveis de satisfação dos estudantes. Segundo a autora, se os estudantes estudarem sozinhos online, interagindo com os conteúdos, o grau de eficácia relativamente ao ensino presencial é inferior. Contudo, a utilização de estratégias de trabalho colaborativo pode tornar o ensino online tão efectivo, pelo menos, como o ensino presencial. Hiltz conclui que as abordagens colaborativas são mais produtivas para a aprendizagem online do que as abordagens pedagógicas que enfatizam uma relação individual do estudante com os conteúdos disponibilizados online, chamando a atenção para a importância do professor/tutor na modelação e no encorajamento do comportamento de colaboração desejado, e para a necessidade de os estudantes poderem e quererem participar regularmente."


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