Este blogue será utilizado na nova Unidade Curricular - Metodologias de Investigação do Programa Doutoral Multimédia em Educação. Os elementos do grupo são: Carlota Lemos,Cláudia Cruz, Isabel Araújo, Luís Pereira e Lurdes Martins.

05
Mar 10

Tal como referem os nossos colegas que “Pensamento Crítico é um produto da educação que deve ser treinado e praticado (Snyder & Snyder, 2008)”, após a apresentação do projecto Projecto PCES, que tal reflectirmos sobre a pertinência exequibilidade deste projecto nas nossas escolas?


comentários:
De um modo geral, achamos que desenvolvemos a capacidade de pensamento crítico nos nossos alunos. Mas a indiferença, a apatia, o vazio de opinião, de fundamentação são constantes. Era de todo conveniente os formadores tomarem consciência desta realidade. Dinamizar um projecto como o PCES nas instituições, permitindo momentos de reflexão sobre esta temática era um bom ponto de partida. Penso que o este Projecto era uma mais-valia para a minha instituição. Podendo, contudo a adesão numa 1ª fase não ser muito elevada, provavelmente, à semelhança de outras acções, a informação iria chegar a outros colegas de forma informal.
iaraujo a 6 de Março de 2010 às 00:27

Concordo inteiramente. É preciso desenvolver o pensamento crítico, quer em professores, quer nos alunos. Sem dúvida que é melhor começar o processo com os professores, embora estes possam, quase e simultâneo trabalhá-lo também nos alunos. Mas cativar os professores para tal iniciativa seria algo bastante complexo. Em primeiro lugar os decentes tinham que admitir que necessitam de desenvolver o pensamento crítico. Logo à partida é necessário ultrapassar este problema. Depois, a não ser que houvesse quase uma indicação de obrigatoriedade de presença por parte dos directores de departamento, a adesão seria pouca. Como o nosso colega Jorge referiu, quando se trata de acções relacionadas com as línguas estrangeiras ou com as tecnologias, as pessoas aderem, mas com a necessidade de desenvolver o pensamento crítico tenho as minhas dúvidas.
É pena, sem dúvida, é sem dúvida uma um conjunto de acções muito pertinente. Talvez, como referes, se houver uma dinamização de uma acção de sensibilização ao nível institucional, possa ajudar, mas... ainda assim... Mais uma vez tenho de referir que se tal for valorizado em termos de avaliação dos docentes, então acredito que a postura poderá ser diferente.

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