Este blogue será utilizado na nova Unidade Curricular - Metodologias de Investigação do Programa Doutoral Multimédia em Educação. Os elementos do grupo são: Carlota Lemos,Cláudia Cruz, Isabel Araújo, Luís Pereira e Lurdes Martins.

05
Mar 10

Os ministros resposáveis pelo Ensino Superior dos 46b paises que aderiram ao Processo de Bolonha reunirmam-see estabeleceram prioridades para o futuro do Ensino Superior.


 


http://www.ond.vlaanderen.be/nieuws/2009/bijlagen/0429-LeuvenLLNCommunique.pdf


comentários:
Para a realização do projecto, tivemos a oportunidade de ler e reflectir sobre este comunicado. De facto as prioridades do ensino superior para a próxima década mantém-se, com excepção das relacionadas com questões formais dos cursos. Isto significa que nestes primeiros anos se tratou apenas da parte cosmética e mal a meu ver, porque distribui-se os conteúdos de 5 anos por 3+2. A diferença é que agora em vez de licenciado, o aluno ao fim desses anos é mestre. Na minha escola creio que se tiveram algumas ideias interessantes: nos primeiros anos foram criados Módulos de Competências Transversais (Comunicação oral e escrita em português e inglês, espírito de iniciativa, empreendedorismo, organização de eventos, métodos de estudo, etc.) Com excepção da comunicação em português e inglês, a que foi alocada uma hora e meia por semana, as restantes funcionaram em regime tutoria. O módulo de espírito de iniciativa e de organização de eventos permitiram a dinamização de actividades de cariz solidário que envolveram a comunidade, sendo que, grande parte delas tiveram visibilidade na imprensa local.
Embora haja algumas arestas a limar, a ideia parece-me interessante. Mas esta metodologia tem os dias contados. Os alunos insurgiram-se porque a avaliação é Aprovado ou Reprovado e eles continuam a trabalhar para a nota, os professores, que não estão habituados a trabalhar em equipa, queixam-se que não conseguem acompanhar os grupos. Está para muito breve a substituição destes módulos por mais uma unidade curricular. Parece que andamos a fazer um caminho inverso ao de Bolonha.
lurdesmartins a 6 de Março de 2010 às 10:22

A minha realidade de trabalho é bem diferente da vossa mas parece-me que um ponto se mantém comum: a dificuldade de mudar mentalidades e de inovar, ao contrário do que acontece noutros países (pelo menos é essa a ideia que tenho). O que não deixa de ser estranho tendo em conta o nosso passado de aventureiros e descobridores. Nessa altura foi necessário arriscar, mesmo indo contra os "velhos do restelo" e fomos recompensados (embora de uma maneira um pouco efémera e até naif, já que o traalho foi nosso e quem lucrou foram outras potências). Talvez o problema já venha daí: de que vale inovar se os outros é que avançam? Talvez isso explica como se enraizou na nossa cultura a ideia da perpetuação do que já é seguro e está estabelecido e como é difícil lutar contra a maré.
lmsapereira a 6 de Março de 2010 às 19:58

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